Neste sábado (27), entre 20h30 e 21h30 (horário local) , pessoas de todo o mundo apagarão voluntariamente suas luzes em um ato simbólico contra o aquecimento global. O primeiro lugar a aderir à chamada Hora do Planeta deve ser as Ilhas Chatham, na Nova Zelândia, às 3h45 de Brasília.
Pelo menos 812 cartões-postais de mais de 120 países ficarão no escuro, como a Torre Eiffel, em Paris, e o Portão de Brandenburgo, em Berlim. No Brasil, monumentos como o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, a Ponte Octavio Frias de Oliveira, em São Paulo, o Palácio de Cristal, em Curitiba, e o Arco da Praça Portugal, em Fortaleza, vão ficar apagados durante a Hora do Planeta.
A campanha, liderada pela Rede WWF (World Wide Fund for Nature), conta com o apoio de 64 cidades brasileiras - das quais 17 capitais - distribuídas em 19 Estados de norte a sul do país, além de mais de 1.500 empresas e 249 organizações. "Estamos felizes com os resultados já obtidos e esperançosos de que vamos conseguir ainda mais adesões", diz Denise Hamú, secretária-geral do WWF-Brasil.
Última atualização em Sáb, 27 de Março de 2010 10:38
Tudo pronto para a estréia do espetáculo Teodorico Majestade - as últimas horas de um Prefeito no Teatro de Arena da Caixa, no Rio de Janeiro. Há quase 4 anos em cartaz, o espetáculo já fez duas temporadas em Salvador, e outras tantas pelo interior, recebeu duas indicações ao Prêmio Braskem de Teatro da Bahia (melhor texto, Romualdo Lisboa e melhor ator, Ely Izidro) e agora faz temporada no Rio de Janeiro com patrocínio da Caixa Econômica Federal.
O ano de 2010 é bastante especial para o Teatro Popular de Ilhéus. O grupo completa 15 anos de atividades e comemora com uma agenda apertada:
A cúpula da ONU sobre mudança climática (COP15), realizada em Copenhague, chegou a um acordo de mínimos neste sábado (19), apesar da oposição de vários países e após um intenso debate que se prolongou durante toda a noite.
A Presidência da conferência anunciou que havia "tomado nota do acordo de Copenhague de 18 de dezembro de 2009", que incluirá uma lista dos países contrários ao texto.
Última atualização em Sáb, 19 de Dezembro de 2009 09:11
A matéria da Gazeta Mercantil que postamos abaixo, sobre o aquecimento do transporte marítimo a partir da demanda de ferro da China, aponta a principal razão para a escolha da “Ponta da Tulha” em Ilhéus por parte da Bahia Mineração como melhor local de instalação do seu porto privativo. O ferro do Brasil mesmo com qualidade inferior ao da Austrália, apenas se torna viável com poucas viagens em navios cadas vez maiores, já que a distância do Brasil para a China é três vezes maior que da Austrália. Justifica-se assim, a necessidade de um Complexo Intermodal que nasce a partir dessa única demanda, que tem a duração máxima de 18 anos, caso sejam exportados 15 milhões de toneladas ano ou 11 anos caso o volume a ser exportado, seja o informado no início das apresentações tanto da Bahia Mineração quanto do Governo do Estado da Bahia, que eram de 25 milhões de toneladas ano e a reserva da Bahia Mineração em Caetité é de 427 milhões de toneladas.
Última atualização em Seg, 27 de Abril de 2009 15:45
As populações da Amazônia já se acostumaram a ter um pé atrás com grandes projetos de infraestrutura. Não faltam exemplos históricos para justificar a desconfiança. Várias comunidades deslocadas para a inundação do lago de Tucuruí, no Pará, em 1984, só conseguiram acender um bico de luz em casa mais de 20 anos depois da construção da usina. Os milhares de colonos instigados a ir para a Transamazônica na década de 70 foram abandonados à própria sorte na beira de uma estrada até hoje não asfaltada. Em 1987, um terço dos índios uaimiris atroaris que viviam na área inundada pela Hidrelétrica de Balbina tiveram de deixar o lugar – e a usina hoje não consegue atender nem mesmo o município de Manaus. Reportagem de Karina Ninni, em O Estado de S.Paulo.