
A prefeitura de Porto Seguro (a 709 km de Salvador), extremo sul da Bahia, informou nesta quinta-feira, 4, que reduziu de R$ 15 para R$ 7 a taxa para se entrar na Praia do Espelho, um dos balneários mais apreciados do litoral sul da Bahia. A medida, que tem caráter provisório, segundo informou o secretário de Meio Ambiente, Rubem Zaldivar, é fruto de pressão dos índios pataxós da Comunidade Indígena de Imbiriba, que vivem do artesanato vendido na praia e se queixavam da redução no número de turistas que visitam o balneário após a taxação de R$ 15, vigente desde o dia 18 do mês passado. Zaldivar informou que na sexta-feira, 5, que a comunidade do distrito de Itaporanga, onde está situada a praia do Espelho, distante cerca de 80 km de Porto Seguro, e os índios vão se reunir com a prefeitura para tentar uma negociação. “Nesse preço de R$ 7 não dá pra ficar”, disse o secretário, observando que a taxa de R$ 15 está dentro do ideal para se arrecadar de fundos que possam subsidiar as ações de proteção ao meio ambiente da praia. A cobrança é feita por meio da Lei Municipal 0856/09, que cria a Unidade de Conservação Marinha e Ambiental da Praia do Espelho.
O índio e artesão Ararauê, 45, de Imbiriba, informou que o movimento na praia já começou a melhorar com a redução da taxa. Na última segunda-feira, ele e outros índios bloquearam todas as estradas que dão acesso à praia do Espelho, em protesto à taxa. “Na quarta-feira, 3, não foi cobrado nada e nesta quinta é que os turistas passaram a pagar R$ 7. Vamos negociar com a prefeitura. Mas acho que deve ficar nesse preço mesmo”, opina. Presidente da Associação de Moradores de Itaporanga, Cláudio Alves Barreto espera que não haja taxação alguma para entrar na praia. “O turista não pode pagar para entrar na praia, que é pública”, avaliou. A prefeitura de Porto Seguro (a 709 km de Salvador), extremo sul da Bahia, informou nesta quinta-feira, 4, que reduziu de R$ 15 para R$ 7 a taxa para se entrar na Praia do Espelho, um dos balneários mais apreciados do litoral sul da Bahia. A medida, que tem caráter provisório, segundo informou o secretário de Meio Ambiente, Rubem Zaldivar, é fruto de pressão dos índios pataxós da Comunidade Indígena de Imbiriba, que vivem do artesanato vendido na praia e se queixavam da redução no número de turistas que visitam o balneário após a taxação de R$ 15, vigente desde o dia 18 do mês passado. Zaldivar informou que na sexta-feira, 5, que a comunidade do distrito de Itaporanga, onde está situada a praia do Espelho, distante cerca de 80 km de Porto Seguro, e os índios vão se reunir com a prefeitura para tentar uma negociação. “Nesse preço de R$ 7 não dá pra ficar”, disse o secretário, observando que a taxa de R$ 15 está dentro do ideal para se arrecadar de fundos que possam subsidiar as ações de proteção ao meio ambiente da praia. A cobrança é feita por meio da Lei Municipal 0856/09, que cria a Unidade de Conservação Marinha e Ambiental da Praia do Espelho. O índio e artesão Ararauê, 45, de Imbiriba, informou que o movimento na praia já começou a melhorar com a redução da taxa. Na última segunda-feira, ele e outros índios bloquearam todas as estradas que dão acesso à praia do Espelho, em protesto à taxa. “Na quarta-feira, 3, não foi cobrado nada e nesta quinta é que os turistas passaram a pagar R$ 7. Vamos negociar com a prefeitura. Mas acho que deve ficar nesse preço mesmo”, opina. Presidente da Associação de Moradores de Itaporanga, Cláudio Alves Barreto espera que não haja taxação alguma para entrar na praia. “O turista não pode pagar para entrar na praia, que é pública”, avaliou. Foto: Blotv
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